
Peguei nele, ao acaso, que às vezes, nesta vida os acasos funcionam. Começo a devorá-lo, uma outra vez,
numa paixão que reacende a cada letra, a cada frase, e se
intensifica ao limite, à medida que avanço. Há obras que me dizem muito. Porque me
ensinam, porque me transportam, porque dão sabedoria, que digam o que disserem, mas a experiência também se vive nos livros, que se transformam em
representações mentais, e nos conduzem ao local e hora exacta da história. O
Velho que lia
Romances de Amor, é uma paixão antiga. Como a história do Gato e da Gaivota, e o Mundo do Fim do Mundo. Chego a cortar relações com ele, o escritor, por tempos
indeterminados, e sem razão aparente. A culpa não é dele, é minha, que sou
inconstante. Até hoje, volto sempre lá. Abençoo a minha
existência, por não ser assim em tudo o que me fez feliz.
Muito bom mesmo...
ResponderEliminarComo te compreendo. Também tenho um livro favorito, para além das dezenas que já li. De vez enquando, lá estou eu de novo a fazer-lhe uma visita.
ResponderEliminarEu e os livros,como gostaria de ter mais tempo para os conseguir ler, não ser só de noite, e já a noite vai longa.
:)