segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Deve ser do tempo


Porque o tempo está propício, porque estive por casa all the weekend, porque vem aí o frio, andei armada em vasculha de fatiota. E deparo-me com o problema de sempre, que ainda não percebi se é só meu, ou se mais gente por aí o sente. As calças de cintura descida, que na falta de outras, também povoam o meu big closet. Para mim, são um problema tamanho. Não que ache que não tenha idade, ou corpo ou whatever para as poder vestir. Nada disso.
Simplesmente porque não gosto lá muito de me agachar e sentir a cueca a aparecer, à medida que a calça desce. É que vislumbro por aí, cenários deprimentes, sendo que muitas das vezes, nem é necessário agachamento. Basta sentarem-se et voilá, surge a cuequinha, que quer seja tanga, asa delta, lisa, ou aos corações, na minha óptica é para andar escondidinha dos olhares indiscretos.

Para além disso, uso e abuso de camisas, que nada condizem com as ditas calças.

Logo, faço uns jogos tamanhos de articulação de peças, guardando as de cintura subida para as camisas ou camisolas mais curtas, e adequando as que possuo de cintura mais descida para túnicas ou outras peças mais compridotas.

O problema, entenda-se, não é a sua existência, pois cada um usa o que entende, como muito bem entende. O problema, é a falta de escolha, pelo menos nas lojas acessíveis ao meu bolso, o que me faz andar que nem uma louca a vasculhar em tudo quanto é lado, a ver se encontro calcita que me chegue perto do umbigo. O meu umbigo é giro. Não pensem cá que o estou a tentar esconder por falta de predicados. Mas é meu. Bem como as cuequinhas. Ok, estou fútil hoje. Sorry. É do tempo.

Ora deixem lá ver...


Hoje, e sob influência da http://minisaia.blogspot.com/, no post http://minisaia.blogspot.com/2009/10/coleccao-de-natal-louis-vuitton.html descubro o que verdadeiramente queria para prenda de aniversário... Há coisas que fazem parte da minha wish list... Entre outras, obviamente. Falo por ora de futilidades, sim porque eu também gosto de futilidades. Uma mala Louis Vuitton, claro está. Um colar de pérolas. Um anel de diamantes. Um vestido Channel, daqueles clássicos, de uma elegância inigualável, preto e branco. Um Omêga. Uns Manolo Blahnik.
E tenho mais coisitas, mas julgo ser prudente ficar por aqui. Já têm muito por onde escolher...

Imprevisibilidade...

Finalmente um ar de outono. Ainda morno, mas ainda assim, de outono. Penso nos planos, nas actividades que programamos. Não sei sei se será só na minha vida, mas duvido muito. Não é frequente ter dois ou três dias para descansar. Assim, inteirinhos só para mim e para quem eu quiser. Esperava-os já à algum tempo. Cinemas, compras, passeios, enfim, o normal. Um normal não efectivado, devido a uma maldita bactéria que baixou na pestinha cá do sítio. Pequenina, mas poderosa a bactéria. Privou-nos do cinema, dos passeios, das compras, e das merecidas horas de sono. Finalmente, começa a dar ares de cedência, perante toda a labuta do fim de semana. Pior, é que também eu já quase que cedo. À casa, à rabugice do pequeno, e ao cansaço bem no inicio da semana. Vou ali num instante, tentar ter olhos para ler os semanários que adquiri no sábado, e que repousam lânguidamente na mesa da minha sala. Assim, como quem diz, nós descansamos, tu não.
Já proferi muitas vezes que deixo de o fazer, mas acabo por planear sempre. A vida exige-nos organização suprema, e ainda assim, não raras vezes, não conseguimos o pretendido. Porque testa-nos até ao limite, exige de nós, para depois nos tirar o tapete, com arte e mestria, precisa, sem nos deixar margem de manobra...
Surpreende-nos no entanto quando do nada, surgem momentos e tempos únicos. Nada planeados, nada esperados. Mas surgem.
Ela é assim mesmo, imprevisível. O Ser Humano gosta, ou melhor precisa de controlo, mas cada vez mais o inesperado se assume como forma de vida. Estou quase habituada.
Bom feriado.

domingo, 4 de outubro de 2009

Fado...

Hoje fala-se de Amália. Amo o Fado com uma intensidade brutal. Quem me lê, sabe que também amo Lisboa. E hoje, agorinha mesmo, não rumo a uma casa de Fados perdida na Madragoa, porque motivos fortes me impossibilitam. Fica a saudade. Fica um CD a tocar Amália ao vivo, no Olympia em Paris. E já não se fica nada mal.

sábado, 3 de outubro de 2009

Saúde 24


Se me julgam crítica, por pareceres que por cá emito, desenganem-se. Sou analítica, isso sim. E se me manifesto com o que está errado, também louvo o que admiro. Há parte de algumas más experiências que possam ter acontecido, há parte de não tirar razão a quem a tem, parece-me que por vezes o exagero da má língua se apodera do cérebro do Português típico. Que cá para mim, que não sou de intrigas, não raras vezes, assume-se como um processo de defesa, quando não se sabe muito bem o que dizer. Diz-se mal, e pronto. Hoje, estou aqui para louvar o atendimento dos Profissionais da Linha Saúde 24. Porque fui atendida rapidamente; porque fui extremamente bem atendida; porque quem me atendeu mostrou saber o que fazia, e só me largou quando tirou todas as informações necessárias ao despiste. Melhor, só na presença. E se calhar ás vezes nem tanto.

E felizmente, parece que ainda não é desta que a Sô Dona Gripe A baixou aqui em casa. Sim, porque ela é sem dúvida uma Senhora. Só isso justifica o respeito que todos lhe temos :)

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