sábado, 23 de julho de 2011

Somália


Estou cansada de ler sobre o assunto, e hoje li mais este, que sugiro. Pela fé, e pela crueza das fotos. E estou cansada, não dos que a protagonizam, mas dos que com ela compactuam e a deixam prosseguir. Em avareza, extremismo, ou qualquer um outro tipo de sentimento nefasto, que se possa pensar. Ao contrário de muitos, não julgo que o problema é apenas e só de alguns mais poderosos. As medidas mais drásticas, imediatas, poderão sê-lo. As menos, que nada se vêm, mas que juntas são algo, andam ai. Por vezes esquecidas. No séc. XXI, deixamos gente morrer com fome. Sede, ou qualquer um outro direito básico. Não me parece, de todo, um bom indicador de evolução humana.

2 comentários:

  1. De resto estou em crer que a evolução humana é regressiva. Vê, por exemplo, o caso de Angola - meia dúzia, se tanto, de gente que se arroga o luxo de vir a Lisboa ao cabeleireiro! enquanto a maioria morre de fome!... é isto a evolução humana. E nós por cá que enviamos dinheiro e bens de primeira necessidade para os desgraçados que passam fome e ficamos sem saber se as coisas lhes chegam às mãos ou se vão direitinhas para esses que gostam de andar de avião.
    E assim vai o mundo...

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  2. CF, obrigada por ter aceito o convite. Obrigada por expor a "involução humana", e por compreender em conjunto que tanto se pode fazer basta querer e basta saber de verdade o que acontece por lá. Poderia ser por cá e ainda pode ser. A fome da Somália, Quênia e Etiópia são a fome do mundo.

    Homeopatas dos Pés Descalços.

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