quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Dia

Mais uma vez um dia em que a comemoração me faz algum sentido. Ando assim, numa incoerência danada no que toca a datas de celebrações, é o que é. Afirmo-as como pouco relevantes, mas depois e perante determinados motes, acabo por sucumbir às ditas. Os animais merecem. Persisto então na continuidade das coisas. Na coerência, no seguimento. Não há ser vivo, seja ele qual for, que viva só quando o rei faz anos. 

(Sim, eu sei que viver todos os dias cansa. Pedro Paixão até se apoderou desta linda realidade para título de um dos seus livros. Já não me lembro muito bem do cerne por ele dissertado, não lhe pego há muito. Mas acredito piamente que não tenha encontrado soluções definitivas que nos libertem o corpo do mal, eu pelo menos não me lembro de nada disso, logo...)

2 comentários:

  1. Optar por ter um animal de estimação, deverá provir sempre de uma grande decisão. Mais do que um acto de amor, prefigura sempre (e sempre é sempre) um acto de responsabilidade que não se coaduna, nem coexiste, com emoções momentâneas de inábil desejo…

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  2. As pessoas optam, muitas vezes, em completa inconsciência... Aproveitam o que há de bom, esquecem o resto. Cuidam enquanto tem graça, descuidam quando exige delas. Tipicamente humano, e profundamente desprezível. É isso...

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