sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

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( Agora já me parece que posso colocar uma música de Natal. Esta sempre foi das minhas favoritas, é provável até que já a cá tenham escutado. Entretanto também já posso afiançar que as receitas da consoada estão escolhidas. Bem como o local onde irei passar a noite, que não é sempre o mesmo. Mas o que me parece mesmo importante foi a carta que o meu filho escreveu ao Pai Natal. No final dos legos e dos jogos para a Nintendo, estava em destaque uma frase que dizia que queria paz para todas as pessoas do mundo. O mundo, este mesmo mundo onde vivemos, seria tão melhor se não crescêssemos nunca. Ou se crescêssemos mais devagarinho. Não sei, eu também penso na paz, no amor e na saúde de toda a gente. Não falo da boca para fora quando os desejo, mas a verdade é que eu acho que a pureza com que as crianças o fazem é outra. Nós adulto desejamos de outra maneira, talvez até porque sabemos a impossibilidade dos nossos desejos. Se calhar o segredo afinal encontra-se aí. O mundo, este mesmo mundo onde vivemos, seria tão melhor se não deixássemos de sonhar nunca. Haverão mais segredos, estou certa, mas estes agora parecem-me mesmo muito importantes. Pelo que os deixo aqui, ainda que certa da impossibilidade de cumprimento.) 

6 comentários:

  1. CF, embora esta época seja das mais tristes do ano para mim...desejo-lhe um Bom Natal.

    A musica é linda :)

    Sorrisos

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  2. Ana, votos de bom Natal também para si. E sorrisos :)

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  3. Mas só sabes disso porque cresceste. Quero dizer, tanto quanto te foi possível :):)

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    Respostas
    1. Claro. Mas de vez em quando apetece-me pensar que tal coisa não aconteceu, ou seja, que ainda não cresci, e que mundos impossiveis seriam muito mais fáceis. Não eram, provavelmente nem eram. Cresci o suficiente para já saber disso. :)

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