quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Do tempo...

Gostaria muito de ter tempo para vir aqui. De poder pegar num livro, e ler até me cansar. De poder sentar-me numa esplanada e relaxar. De poder jantar até à meia noite. Em épocas já idas desperdicei tempos, como se os pudesse dar ao desbarato, como se fossem um mal para queimar. Trabalho todos os dias com pessoas que não têm como o preencher, que gostam que passe depressa, que o contam, minuto a minuto, para que se esvaia, e as deixe outra vez num estado de descanso, para que um outro dia comece, e de novo se passe. Passamos, algures no meio das nossas vidas, por um período em que se torna um bem precioso, ambicionado. Uma simplicidade suprema, que nos faz uma falta tamanha. Hoje, assumo-o como um dos meus maiores luxos. Encontrasse eu quem me satisfizesse um desejo, e seria muito provável que pedisse tempo.

2 comentários:

  1. :):):) E saber o que fazer com ele é uma virtude :):)
    Beijos

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  2. Sim, existem momentos em que o relógio podia parar, por momentos :)

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