sexta-feira, 17 de maio de 2013

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Este avanço, será eventualmente o melhor. Não demite a controvérsia, mas quantos casos não existiam já, não regulamentados? E quantas crianças não foram criadas, uma vida e até ser preciso, por uma mãe e uma avó? E isto citando apenas um dos inúmeros exemplos... É natural? Não, não é. É desejável? Pode ser. É que o desejável é um lar, feliz e sossegado. 

( Vejo o assunto mais como uma solução para a criança do que como um filho para o casal, e perdoem-me a franqueza. A vida são sempre opções, escolhas e consequências. No seguimento e no meu foco, impõe-se a efectiva remodelação da lei da adopção. Mais urgente do que qualquer outra.)

4 comentários:

  1. Pois, eu já havia escrito sobre isto no AE há algum tempo. E o que dizia é isso mesmo: já há crianças adotadas por homosexuais - solteiros, digamos - e teimava-se em não o permitir aos .. não solteiros. Qual é a diferença? Uma, a hipocrisia da lei.

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    1. Sim Fátima, como tantas outras. Não é que eu concorde efectivamente com o pressuposto. É porque é uma realidade existente, por vezes necessária, e simplesmente não regulamentada.

      Beijinhos, bom fim de semana.

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  2. E há tanta criança a precisar de casa, família e carinho. Até nos afectos achamo-nos excedentários...

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    1. O que me irrita neste assunto, é que se discutem os pormenores, mas o essencial acaba sempre por ficar esquecido. Na minha análise, importa-me lá que a criança esteja com dois pais ou duas mães. Desde que haja amor e competência educativa, essencialmente, qualquer crescimento se dá de forma mais saudável do que numa instituição, por boa que seja. Acho que muita gente não faz ideia do que é a institucionalização de uma criança. Mas deveria, toda a gente deveria saber o que isso é...

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