domingo, 23 de outubro de 2011

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Quando ali atrás, num poste ao qual dei o nome de Crises Ocultas, falei do Homem e da facilidade de entrar em caminhos perigosos, numa visão aliada à crise, falava exactamente no que poderia por ora falar, numa abordagem subjugada à morte da semana. Em outra dimensão, entramos exactamente no mesmo princípio. Não é difícil a passagem. A fronteira é ténue, volto a dizê-lo. E o nosso instinto animal é uma coisa perigosa, que se encontra normalmente adormecida pelos meandros da sociedade. Mas pode acordar. E quando acorda deixa-nos à mercê de terrenos perigosíssimos. E o que de fora condenamos, olhamos de revés, e julgamos impróprio, poderia constituir outra realidade, se a nós nos tocasse de perto. Sim, mas eu também quero acreditar que não.

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