terça-feira, 4 de setembro de 2012

Nothing Else Matters


( Houve uma altura, em tempos, em que eu era feliz e não sabia. Mas é que ouvia isto, por exemplo, e apetecia-me chorar muito por amores inventados e impossíveis, o que para mim não era sinónimo de felicidade. Nem imaginava que a idade dos teen me iria deixar saudades. Queria era crescer, ser grande e ser gente, ser feliz. Mas  eu era, sem saber, era. Agora a bem dizer também sou, e até posso dizer que sei disso. Sou é muito mais complicada, o que, convenhamos, dificulta qualquer coisa o processo da vida. Não sei se lhe tira a graça, dificulta, basicamente será por aí. Daqui deveríamos talvez retirar que a plena consciência nos pode perturbar a simplicidade de sermos. Digo eu. E sermos é tão, mas tão giro.)

7 comentários:

  1. Como eu gosto dessa música e como me sinto como tu :)

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  2. Esta música? Esta música é linda :):)

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    1. E com uma história por trás daquelas assim mesmo românticas :D

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  3. Olha, toma lá sorrisos que foi o que me arrancaste agora :):):):):)

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  4. Antígona, é disso é que eu gosto :)

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  5. pois, a tal coisa de associar as músicas, a épocas, pessoas, uiiiii :)

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  6. Sputnick, as associações fazem parte da vida. Não seríamos ninguém sem elas :)

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