terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Coisas. Montes delas.

Hoje as pausas estão escassas. Os afazeres são mais do que muitos. A vontade de saltar fora, imensa. O impulso de pôr em prática algumas acções, terrível. Esta coisa de jogarmos diariamente, com o que nos apetece, e com o que se nos exige, é uma tarefa danada. Ontem postei por cá uma máxima de Santo Agostinho. Hoje, afincadamente, tento cumpri-la. Mas isto não me está a sair lá muito bem. Tenho a sacana da mania da perfeição. Uma entre tantas, mas esta dispensava-a, de todo. Tenho a mania de acordar cedo, a mania do sofá, a mania do café, a mania do chocolate. A mania que sou gente, e a mania que sou dona do meu nariz. Todas me dão satisfação pura, e pouco trabalho. Esta da perfeição, já não é assim. Nunca chego bem onde quero, e luto como um raio. Cada vez mais me convenço, que isto dos esforços desmedidos, não nos leva a lado nenhum. Ou a pouco lado, vá. Não raras vezes, penso se vale a pena o esforço. Bom, mas mantenho-me. Até mudar de ideias, caminho. Hoje, se tivesse uma pá, seria qualquer coisa semelhante à Padeira. Aquela, de Aljubarrota. É que ás vezes, para atingir objectivos, há que desbravar caminho. E bravo que ele é. E isto de desbravar com subtileza, tem que se lhe diga.

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