quarta-feira, 18 de maio de 2011

Notas

Vi o debate de Francisco Louçã com Passos Coelho, e gostei especialmente da postura de ambos, facto que destaco como muito positivo, pela raridade com que acontece, neste tipo de andanças. Não simpatizo particularmente com nenhum deles, um, por considerá-lo um tanto ou quanto utópico dentro das linhas que defende, que não obstante terem um fundo social importante, são impossíveis de concretizar. O outro, porque me parece, e já o por cá disse, o protótipo do político frágil, demasiado fácil de derrubar. Não é preciso muito, nem grande artimanha, para que desarme ao ponto de se notar a olho nu o incómodo sentido, e a ausência de argumentação válida. Encarando o último debate programado, frente a José Sócrates, como um tanto ou quanto decisivo em termos de resultados eleitorais, temo que algo lhe possa correr menos bem. E que na sequência, tudo isto corra muito mal a todos nós.

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