domingo, 30 de maio de 2010

Cheiros

Quis o fraco jantar, não vá a pele esticar, que às duas da matina morresse de fome. Uma t-shirt vestida, a janela aberta para deixar entrar a brisa da noite, e uma caixa de corn flakes no colo, a fim de aconchegar o estômago, que queria mesmo era gelado Óreo, o esquisitinho. Logo após, consigo adormecer, numa noite embalada por um sonho estranho, interrompida por uma mensagem não menos estranha, e acutilada por um cheiro delicioso, do guisado da vizinha, que mais não faz ao Domingo de manhã, que atormentar-me a alma, com tamanho acepipe, que tresanda a chouriço. Não se faz. Não se tira o sossego a uma pobre alma, às oito horas da matina, que não mais descansou, tal o engodo e a dieta da véspera. Tenho dito.

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