sexta-feira, 25 de junho de 2010

Das multas

É tipo do Homem o contesto. O não deveria ser assim, o dizer que não, só porque manifesta opinião, muitas das vezes, sem grande fundamento. As multas por estadia em zonas perigosas? Parece-me a mim muito bem, apesar das opiniões contra. Exactamente a mesmíssima coisa, que as multas por falta de cinto de segurança. Uma punição necessária, porque ainda que em prol da saúde própria, muitos se esquecem de a cumprir, se a punição não existir. Se havia necessidade? Não, não havia, se a sinalização fosse cumprida. Não sendo, há sim Senhor. Nós, seres humanos, temos umas vicissitudes estranhas, que nos levam a necessitar, em alguns casos, muitos até, diria, de uma voz de controlo. Patético? É capaz. Mas real, muito real. Acredito que muito boa gente, a partir de agora, não se aproxime das ribanceiras sinalizadas, devido à multa, e não devido ao perigo que incorrem. E assim, se salvam vidas.

2 comentários:

  1. Não sei que multas são essas de que falas. Mas lembro-me de uma ocasião em que uma amiga ia, sem cinto de segurança, num carro doutra pessoa que ia a conduzir e a falar ao telemóvel. Foram mandados parar pela polícia que multou o condutor por falar ao telemóvel mas desculpou os dois cintos de segurança em falta. E eu disse-lhe que achava mal. Deviam ter sido todos multados. E, como às vezes sou bruta sem querer, lembrei-a do primo dela que, a dormir na traseira de um carro sem cinto de segurança foi cuspido por causa de um acidente e faleceu, infelizmente com pouco mais de 30 anos. Os outros 4 ocupantes, bem afivelados, sobreviveram sem quaisquer sequelas físicas - que as psicológicas de verem o amigo morto ninguém as apaga.

    Desculpa o desabafo, mas há coisas que me tiram do sério.

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