quarta-feira, 3 de junho de 2009

Quando nem nós mesmos nos entendemos...


Vezes há, em que, como qualquer ser humano, me sinto só...

E é nessas alturas que gostava de ser diferente. Não diferente do habitual, pois isso eu até sou. Mas diferente de mim, e mais parecida com o mundo, que se resigna e se adapta, se conforma, se acompanha.

Não sei se me fiz, se me fizeram assim, mas a verdade é que tenho uma personalidade elitista. Não no sentido próprio da palavra, mas no sentido de não ser fácil de satisfazer. Gosto do que as outras pessoas gostam, sou feliz com o que faz as pessoas felizes, mas não sou conformada, não me moldo com facilidade, não me adapto ao que não gosto... Não tenho portanto um sorriso e uma satisfação fácil... Por isso, em determinadas alturas, olho em volta com uma ponta de inveja ( no bom sentido), pelas pessoas de satisfação acessível; aquelas que vejo correr, ora satisfeitas, ora insatisfeitas, com as suas vidas muito ocupadas de gente. Que pode ser gente boa, ou nem por isso, mas ainda assim, gente... De qualquer forma, não posso deixar de julgar, que talvez o sorriso delas não seja assim tão verdadeiro, mas uma camuflagem, um disfarce. Mas isso também não importa. O que me importa, é que o meu só surje se eu estiver feliz... E eu só estou feliz se me sentir bem, e rodeada de quem gosto e de quem gosta de mim, e não de quem dá jeito. E também não sorrio só porque sim...E no fundo, no fundinho, acho que se não fosse assim, teria inveja das Mulheres como eu... Pronto, vá lá entender-se estes pensamentos... Hoje deu-me para aqui. Deve ser do tempo...

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