segunda-feira, 19 de abril de 2010

Admirações

Logo pela manhã, vejo a minha amiga S., casada com o meu amigo F., mãe do pequeno D., e quase quase da pequena M. A minha amiga S., casou depois de mim, após um longo namoro, e também é dedicada a estas coisas da psique. Gosto dela e da paz dela, da casa dela, dos filhos dela e do marido dela. Porque tudo nela emana calma, tranquilidade e adaptação. Não diria que a invejo, que inveja é uma palavra feia, e eu nem sei se sobreviveria a tanto sossego. Mas admiro-a, sem dúvida. Muito, muito. Faz-me acreditar que existem relações afectivas capazes de vingar a sério, coisa escassa esta. A minha amiga S., deve ser feliz ao lado do F., e vice versa. Quando se consegue esta cumplicidade, a felicidade é vivida a dois, coisa que eu chego a venerar, porque é uma felicidade dupla, logo será decerto mais resistente, mais forte, mais coisas assim.
Um beijo S. E vê se expulsas a pequena M., antes que a tua barriga expluda. Estás grande Melhere. Desta feita por dentro e por fora.

1 comentário:

  1. Eu também venero amores assim...faz-nos acreditar e nós precisamos de ACREDITAR.

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