domingo, 11 de abril de 2010

Amores


O amor é o mais belo dos sentimentos, por isso todos o querem, o ambicionam o veneram, mesmo os que não o conhecem bem. Quando vejo uma manifestação genuína, sinto-me bem. Hoje vi uma, daquelas mesmo a sério, terna, pura e tão intensa, que me fez pensar. Não me perco em políticas exageradas, casamentos, adopções e regras, porque é um sentimento por demais puro para isso. Perco-me na sociedade, e na sua terrível capacidade de manipular, de impor e de discriminar. Como se o amor, não fosse sempre digno de manifesto, e devesse ser castrado quando surge nas "pessoas erradas". Como uma pessoa velha e outra nova, uma de uma cor e outra de outra, ou como duas mulheres ou dois homens. Intriga-me que não percebam que o amor quando existe deve ser celebrado, pois nem sempre surge, assim, genuíno. Intriga-me que tantos se sintam no direito de julgar, de opinar, e de olhar para a vida alheia, com olhos de escárnio e de presunção.
O bom seria a abertura das mentes, e o encaixe definitivo de que não há pessoas erradas quando há amor. Ambiciono que para lá caminhemos. Temo, que a distância seja demais para o homem.

4 comentários:

  1. Escreveste neste texto simples mas fundamental tanto daquilo que eu entendo sobre o amor. Um beijo.

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  2. Isso, minha cara, é inveja! As pessoas só criticam porque se sentem incomodadas por sentir nos outros aquilo que elas nunca sentiram. Inveja, é o que é :):)

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  3. Tão simples e tão verdadeiro. Adorei o texto.

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  4. Muito bom. Subscrevo.
    Mais, não devemos rotular, e muito menos julgar que a nossa visão do dito, seja A certa.

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