quarta-feira, 14 de abril de 2010

Tolerâncias

Sou uma capitalista, é o que é. Só isso explica a minha aversão solene a tolerâncias de ponto totalmente despropositadas. Que para mim são quase todas, e ainda mais as atribuídas pela vinda do Papa ao nosso País, com todo o respeito, por ele e por quem o segue. Apesar de sermos um Pais maioritariamente católico, não me parece motivo para o fazer, numa época em que se congelam salários, se aumentam impostos e outros que tais, tudo, em prol do desenvolvimento do País. Que nos entretantos pára, um tempo considerável, lá para meados de Maio. Como se Fátima albergasse todos os funcionários públicos. Como se todos para lá fossem. Surge-me ainda questões pertinentes. Uma delas, será o destino dos que não ligam nenhuma ao Papa e ao que prega. Trabalham, ou ficam em casa, a gozar a tolerância? E os tais que ligam e que não vão caber em Fátima, que fazem? Ou então, a tolerância não serve a possibilidade dos fiéis se dirigirem ao Digno Senhor, e existe só porque sim, como a véspera de Natal, ou outra do género. Tudo questões interessantes, neste País interessante, com decisões interessantes.

3 comentários:

  1. Para mim não passa de tentar passar uma falsa ideia de que todo o país vai rezar com o papa. E logo com este....

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  2. Claro que não é capitalista! O capitalismo não se explica pela concordância ou não, da tolerância de ponto mas pela exploração do homem pelo homem.
    Cumprimentos.

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  3. É por tirarem com uma mão que dão umas migalhitas com a outra. Mas eu sendo FP tenho a mesma opinião que tu...
    Não por ser capitalista, socialista, de esquerda ou direita, só pela justiça...

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