terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Momentos

Descubro que raio o estado de senilidade, quando guardo algo bem, mas tão bem, que não sei onde foi. Está guardado, pronto. Até de mim. A incursão pela casa, foi de tal forma intensa, que até as malas de viagens, e todos os sacos que povoam o quarto do fundo, respiraram ar puro. De nada valeu. Ou melhor, valeu sim. Num saco escondido no recôndito do armário, encontro a caixa de música do meu filho. Daquelas que nos cantam melodias lindas. Poucas coisas guardei comigo. Não sou de empacotar tudo, ou melhor, sou de empacotar muito pouco. Empacotei a caixa, e que bem que fiz. A música que toca será tão eterna que me seguirá para sempre na memória. Ouvi-la ao vivo, foi sem dúvida, o momento do dia.

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