sábado, 6 de fevereiro de 2010

Pablo Neruda

Vai ser publicado um livro inédito do Grande Pablo Neruda. Não aqui, mas no País dos nostros hermanos. Tinha vontade de lhe pôr as mãos, e tenho para mim que ainda consigo. Nele, publicam-se as cartas de amor escritas à sua amante Matilde. Cartas de amor são sempre cartas de amor, é certo. Mas cartas de amor a uma amante terão decerto uma essência diferente. Pela distância, pelo furor, pela paixão. Aguardo-o por cá. Ou quem sabe ainda o busque por lá. Gosto de Pablo Neruda. Gosto de Grandes Poetas. Gostava de um dia pegar em um, disseca-lo e analisa-lo a fundo. Um poeta, ou uma outra qualquer personalidade, de significativa grandeza e intelectualidade. Um Mozart, um Picasso, também me pareceria bem. Nunca percebi muito bem as psíques caóticas, aliadas à genialidade. Entendo-as somente, como uma excessiva conversão num mundo de fantasia, onde a elevada concentração, dá origem a um apogeu. Com detrimento óbvio, de outras vertentes. Estarei aquém, decerto.
De qualquer forma, Neruda era diferente. Sabia bem como se distrair.

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