terça-feira, 8 de março de 2011

Do respeito


No seguimento do que tanto falo, concluo o de sempre. Subestimam-nas (nos), muitas das vezes, como se de nada valessem. Esquecem-se, que sem elas, o mundo seria um local impossível, recheado de emoções unas, sem complementaridade. Seria necessária uma outra forma de progressão, dado que sem a harmonia da natureza, num ápice, se chegaria à condenação do fim. Melhoras, existiram, sem dúvida. Ainda assim, e principalmente se nos retirarmos a determinadas culturas, continuamos a encontra-las subjugadas, oprimidas, anuladas. Poderia eu encontrar razões, se elas houvessem, que justificassem tais caminhos. Poderia eu ser complacente com tais ditames, se eles fizessem sentido, mas tal não me é possível, dada a ausência de veracidade em tais factos.
Plenitude, seria a compreensão da complementaridade. A aceitação inequívoca, de tão claramente se ver, de que se num lado existe uma força, do outro, existe outra, que se de um lado existe a sensibilidade, do outro, existe a resistência, que se de um lado se ampara, do outro se segura. Plenitude, seria ainda, um caminho de respeito por tais diferenças, ao invés de uma luta incessante e descabida por igualdades impossíveis e exageradas, quando a única igualdade ambicionada, deveria ser a do respeito, onde caberiam aposteriori todas as outras efectivamente necessárias. Cabe a todos o caminho da mudança. A nós, Mulheres, também.

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