sábado, 8 de agosto de 2009

Das compras desnecessárias...


Hoje fui fazer uma compra a uma loja de chineses. Uma pequena coisa específica, que sabia encontrar ali, a um baixo preço. Fiz-me acompanhar da minha mãe, que nestas coisas é igualzinha a mim, ou seja, não costuma embarcar no conto do vigário, só porque é barato. Ou melhor, era igualzinha a mim...

Não é que, para pasmo da minha pessoa, começo a vê-la pegar em tudo e mais alguma coisa, desde molas de roupa ( enfim, pronto, eventualmente necessárias), a capas de máquinas de lavar, a escovas de lavar as costas ( credo, daquelas do tempo da Maria Cachucha), e não pegou em mais nada, porque viu a minha cara de pânico, e o meu despacho a querer zarpar dali.

De qualquer forma, é um facto. Tanta pechincha, que quase dá vontade de levar ás pargas, só porque é barato. Mesmo que não se precise, o que torna o artigo caríssimo. Convém algum auto-controlo neste tipo de estabelecimentos, onde tudo custa quase nada, e naquela hora, quase parece indispensável...
Se pensarmos assim, noutro contexto, levaria esta bugiganga para casa? Será possível, em pleno relaxe do fim do dia, estendidos no sofá, ocorrerem-nos pensamentos do tipo o que eu precisava mesmo era de uma escova de lavar as costas? Ou uma capa para a minha máquina de lavar... Ou mesmo, sei lá, outro utensílio importantíssimo, como um apara lápis mecânico? Não... Claro que não.

Laços de armar ao dinheiro, como dizia o meu avô...

1 comentário:

  1. O pior é quando as coisas baratinhas nos lixam. Ainda me lembro de um brinquedo que o sogro da minha irmã uma vez comprou no chinês, uma bailarina que voava. Ao puxar a corda, ia decapitando metade da família! :D

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