terça-feira, 11 de agosto de 2009

Das etiquetas...

Há coisas que incomodam. A mim e a toda a gente. Não percebo o porquê de se quererem libertar das que os outros colocam, e insistentemente, passar a vida a colocá-las nos outros.
Já ouviram, por uma acaso falar em não faças aos outros o que não queres que te façam a ti? Giro, não é? Então porque não aplicam?
Eu sei, eu sei que a malícia feminina não deixa muito espaço de manobra, e que por vezes é (quase) mais forte do que nós. Gostamos de etiquetar, pronto!!! É assumido, e quase engraçado, se o conseguirmos fazer sem ofender os outros ( ou as outras, vá).
Pior, é que não escassas vezes, cai-se no exagero. E acaba por se etiquetar de forma rígida, impiedosa. E uma vez etiquetada, a pessoa bem pode esmifrar-se, que dificilmente se lhe muda a etiqueta. E a primeira impressão, muitas vezes errada, é aqui fundamental para os etiquetadores compulsivos.
Logo, caras Senhoras, Senhores, vizinhança, e público em geral, tenham calma. Não etiquetem assim os outros como se não houvesse amanha. Que tal em conjunto, e já que não têm mais nada que fazer, criarem o movimento Vamos retirar etiquetas? Assim, como se faz com as cuequinhas, que apesar de serem pequeninas são portadoras de uns etiquetões enormes, e incómodos que têm a mania de se enfiar onde não são chamados ( de resto, como todas as etiquetas). Que vos parece? Boa?

1 comentário:

  1. Isso sim seria um movimento a que eu aderia imediatamente!
    Odeio a etiquetagem compulsiva da nossa sociedade.

    Beijo, gostei muito do teu cantinho.

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