sábado, 25 de fevereiro de 2012

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Fátima tem nome de santa. Nada condizente com a sua postura um tanto ou quanto exagerada, apelativa, roliça. Fala de sexo como quem fala de comida, e a verdade é que não está muito enganada, é comida, não para o corpo, mas para a alma. Alimenta-o, equilibra-o, faz-lhe falta. Tenho o sexo como uma das grandezas do mundo, especialmente quando vivenciado com amor. Não gosto por isso de o ver banalizado, discutido em conversas de café e partilhado em mesas de reuniões femininas, como quem fala de uma tarde de atum que se comeu ao jantar. Em cima da mesa da cozinha.

(Sim, sou um bocadinho enojada nestas coisas. Fico meio tremelica e sem saber o que dizer, diante destas mulheres desinibidas que partilham a vida da cama umas com as outras. Umas felizardas, com imenso para contar.)

2 comentários:

  1. Nisso não são diferentes dos homens, geralmente as/os que mais falam são as/os que menos comem :)

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  2. Tb me inibem conversas assim muito despudoradas:)ou melhor, muito íntimas:)

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