domingo, 14 de março de 2010

De hoje...

Hoje pus literalmente a mão na massa, e o pequeno teve de ceder. Sim, porque isto de se comer sempre e só, cozidinhos e grelhadinhos e coisinhas assim, é muito saudável, sim senhor, mas enfim. Ás vezes apetece estravazar. Estou por ora deliciada, enquanto ele se emputica em uvas, porque o repasto não lhe agradou. Nos entretantos, vou ver se apanho sol. Está vento, é um facto, mas gosto dele também. Recebi ainda há pouco uma visita da C, e da pequena R. Gosto delas. São das poucas que gosto sempre que apareçam, mesmo sem se fazerem anunciar. Posso estar em pijama, despenteada, óculos na ponta do nariz, e com uma borbulha na testa. Não faz mal. Elas são minhas, e eu delas. Fico sempre com uma agradável sensação de conforto.
Esta noite os sonhos povoaram o meu inconsciente. Aquele, que teimoso, insiste em aparecer. Como que a dizer-me, arrumas-me, empurras-me, mas não penses que te deixo. Não penses que fazes o que queres, e eu fico assim, impávido e sereno. Estou aqui. Vês? Vejo. Claro que sim. Só que ás vezes finjo que não. Não me leves a mal, vá lá.

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